quinta-feira, 17 de novembro de 2011
Proinfo- Produzindo objetos em multimídia
Pessoal esse foi o meu vídeo em stop motion...deu um trabalhao...rss e nem ficou tao bom assim,mas valeu e muito a experiencia...
segunda-feira, 7 de novembro de 2011
Reflexão e discussão sobre mídia- educação- Atividade do Proinfo
Também gostei muito da discussão das professoras Gildete dos Santos e Angélica Galvani Mir e as transcrevo a seguir:
"Relato de experiência de uso da mídia na educação-Gildete dos Santos
Uma experiência que tem dado certo aqui na escola, é a utilização de recursos tecnológicos em sala de aula, não que eles substituem os livros, mas são um recurso a mais para inovar, dinamizar o processo de ensino aprendizagem. Os alunos gostam de novidades.
Os recursos que utilizo muito é a TV e o aparelho de DVD, o rádio, data shou, lousa digital. Mas, semnpre que utilizo esseS recursoS, tento adequá-los da melhor forma possível, como sendo mais um meio de aprendizagem, com um objetivo claro do que quero alcançar. O que fica evidente no texto de Silvio Pereira da Costa, é que muitas vezes, alguns professores sebem dos recursos tecnológicos que existem na escola, mas não sabem como utilizá-los, ou utilizam, mas não tem um objetivo específico do que realmente que atingir no processo ensino-aprendizagem com os tais recursos. Acredito que a nossa prática pedagógica só fará a diferença, se trabalharmos com todos os recursos disponíveis nas nossas escolas, buscando conhecê-los e utilizarmos com objetivos bem definidos.
Olá professora Gildete
Concordo com você quando diz que muitas vezes o professor tem os recursos tecnológicos à disposição e não os utliza ou por não saber usar ou por sua vez, sem saber quais funções pedagógicas trabalhar.
Também acho que existam muitos professores que saibam usar e até como utilizá-los como ferramentas pedagógicas, no entanto as nossas condições pracárias de trabalho também dificultam muito. Digo isso pelas experiências que tive durante o próprio curso. Quando tivemos que preparar uma atividade e aplicá-la. Preparar a atividade deu um super trabalho além de necessitar tempo disponível. Todos nós sabemos que a maioria dos professores trabalham em dois períodos, e temos apenas 2 horas de trabalho pedagógico em casa. Além disso, eu também tive problemas para aplicar a atividade, haja visto que ainda não temos uma sala completamente preparada pra uso e nesse caso precisei esperar a funcionária chegar de uma reunião na secretaria de educação para montar o equipamento em minha sala (nenhum outro funcionário é autorizado e treinado para isso). Enfim nossos problemas são tanto de formação como estruturais.
Talvez, se algum dia os órgãos competentes resolverem realmente investir em educação isso venha a ser um problema quase inexistente. As escolas de tempo integral, podem talvez contribuir pra isso, piis exigiriam dedicação exclusiva dos professores, mas isso também precisa ser bem planejado, para que o professor dedique-se exclusivamente, porém sem estar o dia inteiro na sala de aula, ou seja, é preciso que o professor tenha tempo disponível para preparar suas aulas!
Um abraço, Angélica Galvani Mir"
Navegando por vídeos e mídias digitais- Atividade do Proinfo

Navegando pelo Portal do Professor, ouvi um áudio com entrevista sobre o futuro da água! Muito interessante! Sistematiza o abordado em classe e ainda abre discussão sobre as informações abordadas na entrevista. Considero apropriado a partir do 3º ano.
(http://portaldoprofessor.mec.gov.br/fichaTecnica.html?id=8923)
Ouvi também uma história em áudio: “A casa feia”. Além de despertar a atenção nas crianças, uma história abre sempre um leque de possibilidades de trabalho em sala de aula. Recomendada, ao meu ver, para a Educação Infatil e séries iniciais do Fundamental.
(http://portaldoprofessor.mec.gov.br/fichaTecnica.html?id=18570)
Pensando nas crianças menores(estou com 1ºano esse ano), encontrei muitos vídeos da série “De onde vem?” que chama muito a atenção das crianças e traz curiosidades e temas interessantes. Eu recomendo!
(http://portaldoprofessor.mec.gov.br/fichaTecnica.html?id=1602)
Após, navegando pelos vídeos da TV Escola, me chamou a atenção o vídeo “Quadrinhos além dos gibis” (http://tvescola.mec.gov.br/index.php?&option=com_zoo&view=item&item_id=9712) e realmente ele é bastante interessante, pois além de falar um pouco da criação das histórias em quadrinhos, também tem entrevista com Maurício de Souza e dicas muito interessantes de quem faz histórias em quadrinhos. O vídeo tem duração de 50 minutos e seria mais aproveitado do 6ºano em diante, mas acredito que os alunos do 5ºano também tirariam proveito para uma primeira discussão sobre o tema e seu aprofundamento. Gostei!
Outro vídeo que assisti,foi um da série Bebê Dragão, que vai falar sobre o que precisamos pra ter saúde e enfrentar obstáculos (no caso, uma montanha). Uma gracinha! Muito recomendável, ao meu ver, para alunos de 1º a 3°anos, para trabalhar com o tema saúde física e alimentação saudável. (http://tvescola.mec.gov.br/index.php?&option=com_zoo&view=item&item_id=148)
Procurando sobre o tema “Natal”, encontrei um vídeo na TV Escola (que tambem faz parte de uma série) e que vai contar a preparação do Natal de personagens matemáticos, como compasso, formas geométricas, números ,etc. Muito bonitinho e bem curto (aproximadamente 4 min), mas interessante para a transdisciplinaridade, a meu ver, a partir do 4ºano. (http://tvescola.mec.gov.br/index.php?option=com_zoo&view=item&item_id=456)
(http://portaldoprofessor.mec.gov.br/fichaTecnica.html?id=8923)
Ouvi também uma história em áudio: “A casa feia”. Além de despertar a atenção nas crianças, uma história abre sempre um leque de possibilidades de trabalho em sala de aula. Recomendada, ao meu ver, para a Educação Infatil e séries iniciais do Fundamental.
(http://portaldoprofessor.mec.gov.br/fichaTecnica.html?id=18570)
Pensando nas crianças menores(estou com 1ºano esse ano), encontrei muitos vídeos da série “De onde vem?” que chama muito a atenção das crianças e traz curiosidades e temas interessantes. Eu recomendo!
(http://portaldoprofessor.mec.gov.br/fichaTecnica.html?id=1602)
Após, navegando pelos vídeos da TV Escola, me chamou a atenção o vídeo “Quadrinhos além dos gibis” (http://tvescola.mec.gov.br/index.php?&option=com_zoo&view=item&item_id=9712) e realmente ele é bastante interessante, pois além de falar um pouco da criação das histórias em quadrinhos, também tem entrevista com Maurício de Souza e dicas muito interessantes de quem faz histórias em quadrinhos. O vídeo tem duração de 50 minutos e seria mais aproveitado do 6ºano em diante, mas acredito que os alunos do 5ºano também tirariam proveito para uma primeira discussão sobre o tema e seu aprofundamento. Gostei!
Outro vídeo que assisti,foi um da série Bebê Dragão, que vai falar sobre o que precisamos pra ter saúde e enfrentar obstáculos (no caso, uma montanha). Uma gracinha! Muito recomendável, ao meu ver, para alunos de 1º a 3°anos, para trabalhar com o tema saúde física e alimentação saudável. (http://tvescola.mec.gov.br/index.php?&option=com_zoo&view=item&item_id=148)
Procurando sobre o tema “Natal”, encontrei um vídeo na TV Escola (que tambem faz parte de uma série) e que vai contar a preparação do Natal de personagens matemáticos, como compasso, formas geométricas, números ,etc. Muito bonitinho e bem curto (aproximadamente 4 min), mas interessante para a transdisciplinaridade, a meu ver, a partir do 4ºano. (http://tvescola.mec.gov.br/index.php?option=com_zoo&view=item&item_id=456)
quinta-feira, 29 de setembro de 2011
Dia do professor

Como estamos na proximidade da comemoração de nossa data, resolvi pesquisar na Wikipédia sobre isso e encontrei fatos interessantes sobre o início da comemoraçao dessa data.
O Dia do Professor como Feriado Nacional
No Brasil, o Dia do Professor é comemorado em 15 de outubro.
No dia 15 de outubro de 1827 (dia consagrado à educadora Santa Teresa de Ávila), Pedro I, Imperador do Brasil baixou um Decreto Imperial que criou o Ensino Elementar no Brasil. Pelo decreto, "todas as cidades, vilas e lugarejos tivessem suas escolas de primeiras letras". Esse decreto falava de bastante coisa: descentralização do ensino, o salário dos professores, as matérias básicas que todos os alunos deveriam aprender e até como os professores deveriam ser contratados. A ideia, inovadora e revolucionária, teria sido ótima - caso tivesse sido cumprida.
Mas foi somente em 1947, 120 anos após o referido decreto, que ocorreu a primeira comemoração de um dia efetivamente dedicado ao professor.
Começou em São Paulo, em uma pequena escola no número 1520 da Rua Augusta, onde existia o Ginásio Caetano de Campos, conhecido como "Caetaninho". O longo período letivo do segundo semestre ia de 1 de junho a 15 de dezembro, com apenas dez dias de férias em todo este período. Quatro professores tiveram a idéia de organizar um dia de parada para se evitar a estafa – e também de congraçamento e análise de rumos para o restante do ano.
O professor Salomão Becker sugeriu que o encontro se desse no dia de 15 de outubro, data em que, na sua cidade natal, Piracicaba, professores e alunos traziam doces de casa para uma pequena confraternização. A sugestão foi aceita e a comemoração teve presença maciça - inclusive dos pais. O discurso do professor Becker, além de ratificar a idéia de se manter na data um encontro anual, ficou famoso pela frase " Professor é profissão. Educador é missão". Com a participação dos professores Alfredo Gomes, Antônio Pereira e Claudino Busko, a idéia estava lançada.
A celebração, que se mostrou um sucesso, espalhou-se pela cidade e pelo país nos anos seguintes, até ser oficializada nacionalmente como feriado escolar pelo Decreto Federal 52.682, de 14 de outubro de 1963. O Decreto definia a essência e razão do feriado: "Para comemorar condignamente o Dia do Professor, os estabelecimentos de ensino farão promover solenidades, em que se enalteça a função do mestre na sociedade moderna, fazendo participar os alunos e as famílias".
( http://pt.wikipedia.org/wiki/Dia_do_professor )
O Dia do Professor como Feriado Nacional
No Brasil, o Dia do Professor é comemorado em 15 de outubro.
No dia 15 de outubro de 1827 (dia consagrado à educadora Santa Teresa de Ávila), Pedro I, Imperador do Brasil baixou um Decreto Imperial que criou o Ensino Elementar no Brasil. Pelo decreto, "todas as cidades, vilas e lugarejos tivessem suas escolas de primeiras letras". Esse decreto falava de bastante coisa: descentralização do ensino, o salário dos professores, as matérias básicas que todos os alunos deveriam aprender e até como os professores deveriam ser contratados. A ideia, inovadora e revolucionária, teria sido ótima - caso tivesse sido cumprida.
Mas foi somente em 1947, 120 anos após o referido decreto, que ocorreu a primeira comemoração de um dia efetivamente dedicado ao professor.
Começou em São Paulo, em uma pequena escola no número 1520 da Rua Augusta, onde existia o Ginásio Caetano de Campos, conhecido como "Caetaninho". O longo período letivo do segundo semestre ia de 1 de junho a 15 de dezembro, com apenas dez dias de férias em todo este período. Quatro professores tiveram a idéia de organizar um dia de parada para se evitar a estafa – e também de congraçamento e análise de rumos para o restante do ano.
O professor Salomão Becker sugeriu que o encontro se desse no dia de 15 de outubro, data em que, na sua cidade natal, Piracicaba, professores e alunos traziam doces de casa para uma pequena confraternização. A sugestão foi aceita e a comemoração teve presença maciça - inclusive dos pais. O discurso do professor Becker, além de ratificar a idéia de se manter na data um encontro anual, ficou famoso pela frase " Professor é profissão. Educador é missão". Com a participação dos professores Alfredo Gomes, Antônio Pereira e Claudino Busko, a idéia estava lançada.
A celebração, que se mostrou um sucesso, espalhou-se pela cidade e pelo país nos anos seguintes, até ser oficializada nacionalmente como feriado escolar pelo Decreto Federal 52.682, de 14 de outubro de 1963. O Decreto definia a essência e razão do feriado: "Para comemorar condignamente o Dia do Professor, os estabelecimentos de ensino farão promover solenidades, em que se enalteça a função do mestre na sociedade moderna, fazendo participar os alunos e as famílias".
Planejamento de aula: Estações do ano
PLANEJAMENTO DE AULA
Estações do ano
Turma: 1º Ano
Recursos materiais:
*Dvd, televisão, computador conectado à internet, Datashow, globo terrestre, sulfite, lápis de cor, canetinhas, giz de cera, cartolina.
Objetivos:
*Reconhecer e identificar as características de cada estação do ano;
*Relacionar fatos e eventos às estações do ano;
*Desenvolver a oralidade e expor opiniões.
Desenvolvimento:
Iniciar uma conversa perguntando qual a estação do ano estamos vivendo e quais são as estações do ano; indagar porquê acontecem as estações do ano e o motivo das diferenças entre elas.
Depois de ouvir tudo o que disserem mostrar o globo terrestre e um desenho representando o sol numa cartolina. Pedirei para uma criança segurar o desenho do sol, irei localizar o Brasil e vou explicar que apesar de parecer que a Terra está parada, ela fica em constante movimento ao redor do Sol e por isso, acontecem as estações do ano. Deixarei que manifestem suas indagações e curiosidades.
Após, passarei no Datashow um vídeo sobre as estações do ano, baixado do site: http://www.discoverykidsbrasil.com/videos/doki-descobre-as-estacoes/ e conversaremos a respeito.
Num outro momento, retomarei a conversa e aprenderemos a música “As 4 estações” do Patati Patatá que apresentarei em dvd. (também encontrada em vídeo no You Tube: http://www.youtube.com/watch?v=S_lW9EnfKjs&feature=related).
Pesquisaremos na internet, na sala de Informática, imagens relativas às quatro estações e conversaremos sobre as semelhanças e diferenças entre as mesmas.
Em classe, entregarei sulfite e representarão através de desenhos, a estação do ano preferida, nomeando com escrita espontânea e exporemos na sala os desenhos realizados.
Estações do ano
Turma: 1º Ano
Recursos materiais:
*Dvd, televisão, computador conectado à internet, Datashow, globo terrestre, sulfite, lápis de cor, canetinhas, giz de cera, cartolina.
Objetivos:
*Reconhecer e identificar as características de cada estação do ano;
*Relacionar fatos e eventos às estações do ano;
*Desenvolver a oralidade e expor opiniões.
Desenvolvimento:
Iniciar uma conversa perguntando qual a estação do ano estamos vivendo e quais são as estações do ano; indagar porquê acontecem as estações do ano e o motivo das diferenças entre elas.
Depois de ouvir tudo o que disserem mostrar o globo terrestre e um desenho representando o sol numa cartolina. Pedirei para uma criança segurar o desenho do sol, irei localizar o Brasil e vou explicar que apesar de parecer que a Terra está parada, ela fica em constante movimento ao redor do Sol e por isso, acontecem as estações do ano. Deixarei que manifestem suas indagações e curiosidades.
Após, passarei no Datashow um vídeo sobre as estações do ano, baixado do site: http://www.discoverykidsbrasil.com/videos/doki-descobre-as-estacoes/ e conversaremos a respeito.
Num outro momento, retomarei a conversa e aprenderemos a música “As 4 estações” do Patati Patatá que apresentarei em dvd. (também encontrada em vídeo no You Tube: http://www.youtube.com/watch?v=S_lW9EnfKjs&feature=related).
Pesquisaremos na internet, na sala de Informática, imagens relativas às quatro estações e conversaremos sobre as semelhanças e diferenças entre as mesmas.
Em classe, entregarei sulfite e representarão através de desenhos, a estação do ano preferida, nomeando com escrita espontânea e exporemos na sala os desenhos realizados.
sexta-feira, 23 de setembro de 2011
Proinfo- Trabalho por projetos
Os benefícios da proposta de uma aprendizagem por projetos, seriam aquilo que todas nós buscamos em todas as nossas aulas: interesse, participação, envolvimento e aprendizagem significativa. As possibilidades de uso das tecnologias durante a realização de um projeto, seriam totalmente imprescindíveis e como o proprio texto fala (e eu concordo),"se não é possível trazer toda a vida para a escola, é possível enriquecer o seu espaço com objetos digitais" e esse nao seria o unico uso das tecnologias, mas estas acompanhariam em todas as etapas do projeto, mas achei interessante essa frase, porque isso tem acontecido na minha sala de 1º ano. Quando é comentado algo na sala ou é visto algum assunto que alguns alunos desconheçam, nós temos ido à sala de informática pra visualizar e o interesse é enorme.
Quanto às atribuiçoes do professor, ele será o mediador de todas as etapas, será o organizador, o articulador, o coordenador das reflexões, enfim, o papel do professor é de suma importancia. O que me chamou a atençao tbem é que o professor poderá estar trazendo especialistas naquela área estudada. Ele também estará em constante processo de aprendizagem. Não é o único dono do saber. Percebi com esse texto e com o pouco que já havia lido sobre projetos, o quanto esse trabalho é desafiador e o quanto preciso aprimorar minhas ideias sobre ele e iniciar algumas experiencias nesse sentido, para verificar tudo isso na prática.
Quanto às atribuiçoes do professor, ele será o mediador de todas as etapas, será o organizador, o articulador, o coordenador das reflexões, enfim, o papel do professor é de suma importancia. O que me chamou a atençao tbem é que o professor poderá estar trazendo especialistas naquela área estudada. Ele também estará em constante processo de aprendizagem. Não é o único dono do saber. Percebi com esse texto e com o pouco que já havia lido sobre projetos, o quanto esse trabalho é desafiador e o quanto preciso aprimorar minhas ideias sobre ele e iniciar algumas experiencias nesse sentido, para verificar tudo isso na prática.
Proinfo-Aprendizagem continuada
Difícil nao ser repetitiva diante de tantas observaçoes pertinentes sobre o texto, mas o q tbem me chamou a atençao nesse texto, é algo q acredito: na capacidade de mostrarmos q estamos vivos, enqto estivermos vivos, nao importando a idade e acho isso maravilhoso. O autor tbem aponta algo importante e q me questiona, qdo diz q a educaçao tem q formar pessoas q queiram essa formaçao continuada em toda a sua vida e acredito q o desafio é justamente esse: o q fazer, de fato, pra que nossas aulas se desenvolvam de tal forma q todo conhecimento seja util e os leve a pesquisar, interagir e criar conceitos?Ele tbem afirma( e nós bem sabemos) q faz parte da constituiçao humana a predisposiçao para a aprendizagem, mas os conceitos antigos nao se encaixam mais totalmente nos tempos atuais. Na capacitaçao de hj sobre Bullyng, a formadora (q por sinal gostei mto), dizia q na medicina jamais se usa o q se aprendeu há 30 anos atras, mas q nos usamos. Essas sao palavras q nos fazem pensar e q se encaixam nesse texto tbem.
Proinfo- Quem sou eu como professor e aprendiz
Qdo reflito no q é ser professor hj, resumo em desafio!! para mim, é um desafio constante: tto na sala de aula, qto na valorizaçao e respeito, tbem no acompanhar das tecnologias e na formação, q se faz necessaria pra todo profissional. E pensando nisso, me posiciono como alguem q tenta acompanhar as mudanças sem deixar me arrastar por coisas q nao acredito ou q julgue nao valer a pena. Tbem penso na responsabilidade de nossa profissao em propiciar aos alunos situaçoes de aprendizagem que servirao de base pra toda uma vida.
Proinfo- Reflexões iniciais
Lendo essa primeira introdução, ela fez em mim o seu objetivo inicial: reflexão sobre o tema e o papel fundamental da escola e, por conseqüente, do professor.
É inegável que as tecnologias tem lugar garantido em nossa sociedade e em nossas vidas. Mesmo os que nunca tocaram num computador, são obrigados a lidar com um caixa eletrônico, com senhas eletrônicas em filas de esperas e praticamente todos os ambientes públicos são informatizados e giram em torno de um “sistema”, como nos é dito tantas vezes, pra justificar que um atendente não consegue resolver de imediato alguma solicitação que fazemos.
Então a nós, professores, fica a indagação de que nos é necessário saber utilizar muito bem essas tecnologias pra poder transmiti-las de forma que os alunos tenham
“autonomia na busca e na seleção de informações, na produção de conhecimentos para resolver problemas da vida e do trabalho e, principalmente, para que estejam dispostos a aprender a aprender ao longo da vida.” Essa frase que está no conteúdo do módulo, me chamou muito a atenção e realmente, espero me aprofundar com as leituras desse curso, a ponto de reestruturar a minha prática. Já se disse tanto da importância das tecnologias e mesmo elas estando tão envolvidas em nosso cotidiano, ainda tem um lugar muito pequeno dentro da escola...ainda agimos dentro daquilo que nos foi ensinado quando éramos alunos. Acredito que nenhuma mudança é repentina e torno a dizer, que cursos assim, são necessários nessa transformação de visão e prática. Já que estamos no mês do folclore, cabe um ditado popular que utilizo muito em minha vida:”agua mole em pedra dura, tanto bate até que fura”.
É inegável que as tecnologias tem lugar garantido em nossa sociedade e em nossas vidas. Mesmo os que nunca tocaram num computador, são obrigados a lidar com um caixa eletrônico, com senhas eletrônicas em filas de esperas e praticamente todos os ambientes públicos são informatizados e giram em torno de um “sistema”, como nos é dito tantas vezes, pra justificar que um atendente não consegue resolver de imediato alguma solicitação que fazemos.
Então a nós, professores, fica a indagação de que nos é necessário saber utilizar muito bem essas tecnologias pra poder transmiti-las de forma que os alunos tenham
“autonomia na busca e na seleção de informações, na produção de conhecimentos para resolver problemas da vida e do trabalho e, principalmente, para que estejam dispostos a aprender a aprender ao longo da vida.” Essa frase que está no conteúdo do módulo, me chamou muito a atenção e realmente, espero me aprofundar com as leituras desse curso, a ponto de reestruturar a minha prática. Já se disse tanto da importância das tecnologias e mesmo elas estando tão envolvidas em nosso cotidiano, ainda tem um lugar muito pequeno dentro da escola...ainda agimos dentro daquilo que nos foi ensinado quando éramos alunos. Acredito que nenhuma mudança é repentina e torno a dizer, que cursos assim, são necessários nessa transformação de visão e prática. Já que estamos no mês do folclore, cabe um ditado popular que utilizo muito em minha vida:”agua mole em pedra dura, tanto bate até que fura”.
Atividade do Proinfo- Navegação pela rede
Minha experiência de navegação no Portal do Professor foi prazerosa e tranquila. É um site de muitas informações e sugestões, de linguagem fácil e não me perdi em nenhum momento no site que, a meu ver, possui informações bastante claras e fáceis de serem procuradas e encontradas. Isso também me permitiu voltar ao início do mesmo, todas as vezes que foi desejado.
Já ao navegar livremente sobre um tema do meu interesse, pude perceber a pluralidade de informações e sugestões que um site de busca nos apresenta: das mais às menos relevantes e como já estou um pouco habituada a utilizar essa ferramenta, esse momento também foi bastante prazeroso e tranquilo.
Acredito que essa “navegação à deriva” tenha seus ganhos. É como o poeta Marcus V. Quiroga diz:
“quem navega à deriva
se perde da costa, do farol na torre, dos olhares
atentos, dos radares, das cartas de navegação
imigra para mares de imprevista dicção. “
E não considero esse “se perder da costa ou de qualquer outro lugar”, como algo negativo, mas sim como novas possibilidades de conhecimento. O importante é saber aonde se quer chegar, porque assim, mesmo à deriva, não se perde o foco, embora possa expandi-lo.
Quanto à navegação sobre o que é hipertexto, também encontrei uma gama de informações, semelhantes entre si e que me fizeram concluir que hipertexto é um texto escrito com citações que nos levam a outras informações ou associações e com isso, “em vez de realidades únicas e totalizantes, surgem possibilidades infinitas, abertas e plurais. (...) É essa humanidade nova e possante que entra clandestinamente pela escola para tecê-la de novo, entrelaçando os fios de ontem e de hoje num imenso tear de conhecimento.” (http://pedagogia.loveblog.com.br/164122/O-que-e-Hipertexto/).
Já ao navegar livremente sobre um tema do meu interesse, pude perceber a pluralidade de informações e sugestões que um site de busca nos apresenta: das mais às menos relevantes e como já estou um pouco habituada a utilizar essa ferramenta, esse momento também foi bastante prazeroso e tranquilo.
Acredito que essa “navegação à deriva” tenha seus ganhos. É como o poeta Marcus V. Quiroga diz:
“quem navega à deriva
se perde da costa, do farol na torre, dos olhares
atentos, dos radares, das cartas de navegação
imigra para mares de imprevista dicção. “
E não considero esse “se perder da costa ou de qualquer outro lugar”, como algo negativo, mas sim como novas possibilidades de conhecimento. O importante é saber aonde se quer chegar, porque assim, mesmo à deriva, não se perde o foco, embora possa expandi-lo.
Quanto à navegação sobre o que é hipertexto, também encontrei uma gama de informações, semelhantes entre si e que me fizeram concluir que hipertexto é um texto escrito com citações que nos levam a outras informações ou associações e com isso, “em vez de realidades únicas e totalizantes, surgem possibilidades infinitas, abertas e plurais. (...) É essa humanidade nova e possante que entra clandestinamente pela escola para tecê-la de novo, entrelaçando os fios de ontem e de hoje num imenso tear de conhecimento.” (http://pedagogia.loveblog.com.br/164122/O-que-e-Hipertexto/).
quarta-feira, 21 de setembro de 2011
De volta...

Quem é vivo sempre aparece, não é mesmo?!? e comigo não ia ser diferente...rsss
Além de coisas pessoais, agora vocês vão encontrar aqui, um pouco da minha visão, descobertas e atividades do Proinfo.
Segue abaixo, endereço do Proinfo, pra quem nunca ouviu falar e quer saber do que se trata:
http://portal.mec.gov.br/index.php?Itemid=462&id=244&option=com_content&view=article
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